Canção da Arma de Material Bélico

Nos paióis, nas oficinas Enfrentando ardis e minas, Porfiaremos de alma forte, Com denodo e valentia. Noite e dia sem cessar, Cumpriremos nosso dever, Pouco importa vida ou morte, Nosso intuito é vencer.

Na paz, o progresso; Na guerra, a vitória; Construir a grandeza, Lutar pela glória Da pátria com ardor, Com arrojo e bravura.

Com esforço de gigante, Seguiremos sempre avante, Sem temer treva ou metralha, Cumpriremos a missão. Apoiando a vanguarda, Quer no ataque ou na defesa, Do triunfo na batalha, Levaremos a certeza.

Na paz, o progresso; Na guerra, a vitória; Construir a grandeza, Lutar pela glória Da pátria com ardor, Com arrojo e bravura.



quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Presos soterrados em Alcaçuz são encontrados mortos

O secretário de Justiça e Cidadania (Sejuc), Leonardo Arruda, confirmou a morte de dois dos cinco presos da Penitenciária de Alcaçuz que tentaram fugir na manhã desta terça-feira (30).

As vítimas são Marcos Daniel Gregório de Souza e Giglinaldo Francisco de Oliveira, que lideravam a tentativa de fuga no presídio em Nísia Floresta, quando o túnel desabou em cima de quatro deles.

De acordo com informações do coordenador de Administração Penitenciária do RN, José Deques Alves, um dos cinco presos um percebeu o desmoronamento e conseguiu retornar.

Marcos Daniel cumpria pena por furto. Ele foi preso pela primeira vez em 11 de fevereiro de 2009, porém conseguiu fugir, sendo capturado apenas no dia 4 de maio deste ano. Já o Giglinaldo Francisco era preso provisório, cumpria pena desde 21 de agosto deste ano, e respondia por homicídio.

Com a ajuda do Corpo de Bombeiros, os outros dois foram resgatados com vida. Os técnicos do Instituto Técnico-Científico da Polícia (Itep) recolheram os dois corpos e encaminharam à sede na Ribeira.

Os presos saíram da cela 7 do pavilhão 4. Eles pretendiam usar o túnel para ter acesso à parte externa da unidade prisional. Ainda não se tem a confirmação da identidade dos três sobreviventes do acidente.

Após a retirada dos corpos, a administração do presídio utilizou um caminhão de areia para tapar o buraco cavado pelos presidiários.

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